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Entrevistas com clientes:

Lourdes Ferreira – empresária

Carlos Alberto A. Campos – consultor

 

Lourdes Ferreira – empresária

Pergunta: Olá, Lourdes. Tudo bem?
Lourdes: Oi! (sorrisos). Está tudo ótimo!
Pergunta: Quando você entrou em contato com o trabalho de desenvolvimento pessoal de Siddho e Aruanan, como recebeu os conceitos que eles passaram?
Lourdes: Ah, foi muito bom aprender coisas novas, que me trouxeram um grande bem-estar. Além disso, a forma descontraída e leve que eles transmitem o que sabem facilita muito para eu absorver estes conhecimentos. Percebi que sentimentos e julgamentos que eu tinha como certo, principalmente em relação aos outros, não eram realidade, e eu sofria por isso. Fico feliz em poder conhecer melhor as pessoas que convivem comigo.
Pergunta: Qual foi a mudança mais importante que você verificou no seu comportamento?
Lourdes: Mudei a forma de ver o comportamento das outras pessoas. Na verdade, mudei a forma de ver e julgar o meu próprio comportamento!
Pergunta: O que você pode dizer sobre o trabalho de Theresa e Alex, especificamente?

É sempre uma alegre surpresa! Naqueles momentos em que me sinto enroscada, em dúvida, o trabalho ajuda muito a perceber a situação com clareza! Ajuda muitíssimo bem!!! Recentemente eu estava envolvida numa situação que achava pesada, sofrida. Eu olhava para uma pessoa muito querida e tinha certeza absoluta que a forma de ser dele causava uma angústia enorme, um peso incrível para ele mesmo. Que coisa! (risada) Era tudo imaginação minha! Quando Theresa e Alex me explicaram como é o funcionamento da mente, como cada pessoa reage e percebe as situações, ahhh.... Foi um alívio enorme! Entendi que quem estava sofrendo era somente eu! Foi uma alegria, ou melhor, uma euforia inexplicável! Fiquei muito feliz em perceber que vejo a pessoa de um jeito, mas que ela não é isso. E que também não tem nada de errado em eu ter a minha visão!
Pergunta: E a visão que você tem de si mesma. Mudou alguma coisa?
Lourdes: Lógico! Hoje me aceito melhor. Sou feliz como sou, não preciso inventar nenhuma fórmula mágica para melhorar. Basta eu olhar verdadeiramente para mim e me enxergar. Aceitar-me como sou...
Pergunta: Como você lidava com os problemas antes, e como lida com eles agora?
Lourdes: Sei lá... Antigamente eu não sabia por que as coisas aconteciam para mim, não sabia o que fazer... No fundo, não são os problemas que mudaram. Fui eu quem mudei, e daí tudo mudou! Mudei a minha forma de enxergar as coisas. Eu tinha picos de alegria e de insatisfação. Altos e baixos. Ficava muito tumultuada, fora de mim, e isto não estava legal. Depois, tinha momentos de tranqüilidade, mais equilíbrio, mas isto também não estava legal. Quando estava tranqüila, pensava: será que isto é que é ser normal? Entendi que todo mundo é assim, com características diferentes, com altos e baixos, e isso é muito importante.
Aprendi a me aceitar como sou! Assim, os problemas perderam o peso. Tenho capacidade de lidar com todos os problemas.
Pergunta: como são as pessoas Theresa e Alex?
Lourdes: Ahh... São pessoas excepcionais! A abertura que eles têm para aprender, estudar e depois colocar tudo isso na vida das pessoas de forma prática, é maravilhoso! São seres especiais!

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Carlos Alberto A. Campos – consultor

Pergunta: Tudo bom, Carlos?
Carlos: Olá! Tudo bem!
Pergunta: O que você procurava quando veio até o nokomando?
Carlos: Sabe, eu tinha planos durante muito tempo, e não conseguia realizá-los. Muitas dúvidas me preocupavam. Eu queria ter mais certeza naquilo que eu quero desenvolver, que é um trabalho envolvendo treinamento para jovens em início de carreira profissional. Sentir-me mais seguro para realizar este sonho, depois de deixar o meu último emprego, onde atuava em uma área que não me dava prazer.
Pergunta: Carlos, você diz sentir-se mais seguro. O que isto significa?
Carlos: Vou ser mais claro. Durante muito tempo elaborei um trabalho, um curso, e eu tenho uma opinião pessoal de que está muito bom! Gosto do que fiz! Mas de repente... dá um “down”, um sentimento de que não vai dar certo. Começo a desacreditar. Quando falo com as pessoas, todos dizem que é muito interessante o que estou fazendo, dão a maior força, aquele impulso! Mas volta e meia vem aquele desânimo que acaba boicotando a minha energia.
Pergunta: E o trabalho de Siddho e Aruanan auxiliou neste aspecto?
Carlos: Sim, sem dúvida! Lembro que eu ouvi no curso que se estou focado no não dar certo, toda a energia de que disponho para cultivar meu projeto é desviada para o sentimento de medo e ansiedade. A motivação é afogada. Outra coisa que ficou claro – embora ainda esteja trabalhando com isso, mas é o não ficar esperando o retorno financeiro, os resultados, os clientes em quantidade...
Descobri que desfrutar o caminho, preparar o meu trabalho, é maravilhoso! E quando foco na segurança financeira, a coisa complica. É lógico que é preciso a segurança financeira, mas enquanto estou iniciando o projeto, pensar no dinheiro me tira o foco.
Pergunta: Dinheiro é necessário, como você disse. O que você faz, então, para não no retorno financeiro, neste início de projeto?
Carlos: Olha, é simplesmente ficar relaxadão! Quando estou despreocupado da vida, a “coisa” vem, flui legal! Sinto que não preciso de motivação, porque ela vem sozinha! Estou fazendo o que quero, o que me empolga e tenho confiança nisso! Este aprendizado que tive é como graxa. Entro no meu projeto sem forçar. Como estou engraxado, tudo anda naturalmente. Não é o que aprendi que vai me motivar: a motivação já existe e flui quando faço o que devo fazer, sem me prender às preocupações financeiras e outras, mesmo que elas continuem existindo. Aprendi a observar melhor o que se passa dentro de mim, para não me bloquear!
Pergunta: Qual a importância de se observar?
Carlos: É fundamental! Olhar para dentro de si, ver o pensamento com coragem, para não permitir que os pensamentos e emoções atrapalhem. É um auto-policiamento.
Pergunta: A partir disso, o seu comportamento mudou?
Carlos: Sim! Estou mais calmo. Mas este calmo não significa que não estou mais procurando realizar minhas coisas. Não é isso. O que eu quero dizer é uma coisa que aprendi durante o curso: evitar que os pensamentos causem um trânsito congestionado, engarrafado, travando minhas ações e impedindo-me até de ver as possíveis soluções e oportunidades da minha vida!
Pergunta: Você enfrentava muitos problemas na época em que veio procurar o Nokomando?
Carlos: Não enfrentava, mas lá no fundo eu sabia que um problema recorrente iria surgir. Estava empregado, mas insatisfeito. Isto já havia acontecido inúmeras outras vezes. Eu tinha um projeto engavetado, que é uma coisa que me dá muito prazer, mas eu sempre desistia dele em busca da segurança do trabalho assalariado. Ficava numa empresa até não agüentar mais, saía, e não tinha coragem de dar continuidade no meu projeto. Foi em busca desta determinação que eu vim procurar o curso.
Pergunta: Como você reage agora, frente aos desafios?
Carlos: É interessante. Agora mesmo enfrentei problemas para divulgar meu projeto. Não fui bem recebido num local. Isto serviu de incentivo! Voltei para casa e fiquei elaborando alternativas para transpor esta dificuldade.
Pergunta: Este tipo de atitude positiva acontecia quando você trabalhava nas empresas onde não estava satisfeito?
Carlos: Não, de maneira nenhuma. Cada problema se transformava na confirmação que eu estava fazendo o que não queria. Entrei na área onde atuei 20 anos quase que por acaso. Mas nunca esqueci da minha forte vontade de treinar e trabalhar com jovens! E agora, vou fazer o que me dá prazer!

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